Enquanto os sinos
Dobram por ti, passará,
À medida dos meus sentimentos,
No peito uma dor singular
E a cada badalada irriquieta
Senta o som do meu andar
Marcado nas calçadas em maquieta,
Enquanto respiro a brisa do mar
Se os teus sinos por mim impingir o tocar,
Um dia irá a tristeza coligir o seu fenecer.
E carregarei comigo, em beleza, o seu ser
E os encantos teus que me faz viver.
Passarei bem, sim, irá sempre ocorrer
Se um dia ou outro assim o lembrar
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